quarta-feira, 18 de novembro de 2009

importante

Amig@s e leitores da p.o.s.u.t.o.p.i.a.

Ficaram sabendo que tem uma enquete deveras importante no sáite do Senado? Pois tem. Ela pergunta sobre sermos ou não a favor da aprovação do projeto de lei PLC 122/2006, que versa sobre punição pra praticantes de discriminação contra homos.
Que tal votarmos no SIM logo de uma vez? Eu acredito que só uma pessoa verdadeiramente homófoba votaria no não. Por outro lado, muita gente ode não votar em nada, sendo ou não homófobo. Mas se não for, vatem, vai... O que custa?

O linque do sáite é esse aqui. A enquete está no lado esquerdo da tela (desçam um pouquinho a barra de rolagem).
Simples, fácil e indolor.
Quero crer que a aprovação de uma lei assim (se não for agora, daqui a um tempo) seja inevitável, posto ser assunto da ordem do dia. Mas vamos dar a opinião, vamos participar de uma coisa que, ao meu ver, é um grande marco na história brasileira.
Não vou apelar falando de casos tristes de homofobia ou lembrar da minha infância chatinha de filha de mãe gay. Essas são coisas que já falei aqui, mais de uma vez inclusive. Vou apelar apenas à força de vontade e ao bom senso. Você é moderninho? Acompanha o seu tempo? Então não perca uma boa chancede dar a sua opinião e declarar seu respeito à diversidade.

domingo, 8 de novembro de 2009

notícias comentadas na posutopia: UNIBAN

*Uniban expulsa aluna assediada por usar vestido curto em aula (a beleza do ser humano reside em sua capacidade infindável de surpreender...)

Universidade diz que atitude provocativa da aluna resultou em reação coletiva de defesa do ambiente escolar (tá certo! A gente é provocado e tem que ficar quieto? Que é isso! Não é na selva que a gente mora?)

SÃO PAULO - A Universidade Bandeirante (já muito conhecida pela baixa qualidade do produto que vende) informou em anúncio publicado em jornais paulistas neste domingo, 8, que decidiu expulsar (nem "convidada a se retirar" ela mereceu ser) a aluna Geisy Arruda de seu quadro discente. A estudante do curso de Turismo sofreu assédio coletivo (adorei esse eufemismo!) no último dia 22 de outubro por ir ao campus de São Bernardo do Campo da faculdade com um vestido curto (notem que ninguém da segurança ou direção foi avisá-la de que a vestimenta era passível de represália por parte da instituição). O episódio ganhou repercussão na internet após vídeos do tumulto serem postados no 'You Tube'(se não fosse ao ar, ela ainda estaria matriculada, direitinho, certo?).

Veja também: (mas é claro!, e como não?)

Blog do Guterman: Uniban e o linchamento moral: a culpa é da vítima

No anúncio publicitário, entitulado 'A educação se faz com atitude (eu queria que me explicassem o conceito de atitude) e não com complacência' (a sentença foi usada um tanto unilateralmente nesse caso, não acham?) a universidade diz que tomou a decisão após uma sindicância interna (e o departamento de marquetin e finanças) constatar que a aluna teve uma postura incompatível com o ambiente da universidade, frequentando as dependências da unidade em trajes inadequados. Para a Uniban, Geisy provocou os colegas (que responderam assaz empolgadamente) ao fazer um percurso maior que o habitual (lembram-se da lei da vadiagem? Vigora por lá...), desrespeitando princípios éticos, a dignidade acadêmica e a moralidade (e, repito, como a segurança deixa uma criatura dessas adentrar o prédio? Conhecendo o meio, não era o caso de proteger... os pobres e insanos aluninhos?).

A universidade afirma ainda que foi constatado que "a atitude provocativa da aluna resultou numa reação coletiva de defesa do ambiente escolar" (ups! Alguém falou em defender a uniban? Ou foi só um escracho mesmo?). Ainda assim, o conselho superior (eu diria inferior, mas tudo bem, vai...) declarou na nota que suspendeu temporariamente (notem: temporariamente, o que os dá dirento de fazer novamente. Já a mocinha nunca mais desfilará de coxas à mostra ou escondidas sob tais paragens...) os alunos envolvidos e identificados no incidente. A Uniban também criticou o comportamento da imprensa na cobertura do caso. Segundo a universidade, a mídia perdeu a oportunidade de contribuir para um debate 'sério e equilibrado' sobra ética, juventude e universidade (Taí! É a chance da unibozo ir ao ar e falar do assunto com a imprensa Porque não fazê-lo?).

Segundo as cenas e os depoimentos de presentes, o tumulto começou quando a aluna subia por uma rampa até o terceiro andar e os alunos começaram a gritar. Ela ficou trancada em uma sala e, com a ajuda de um professor e colegas, chamou a polícia (e asegurança da unibozo? Cadê?), que a escoltou até a saída da universidade.

De acordo com a estudante, em entrevista concedida ao estadao.com.br no último dia 30, o episódio começou "como uma grande brincadeira". Vestida para uma festa que iria naquele noite, ela conta que no início arrancou muitos elogios com seu visual, mas a situação aos poucos inverteu. No intervalo das aulas, um "verdadeiro coral ridículo de gritos de puta" a acompanhou até que deixasse o prédio" (agora vê se procura um advogado e faz alguma coisa, NE, menina?).

*Estadão

segunda-feira, 26 de outubro de 2009

notícias comentadas na posutopia


*Mulher é flagrada colocando fogo em restaurante concorrente nos EUA (pira muito a tiazinha)

Dona de um restaurante chinês, Mae Fong, de 74 anos (que feio, uma menina des'tamanho!), foi acusada de ter colocado fogo em um restaurante concorrente em Kenner, no estado da Louisiana – EUA (estado que abriga muitas lendas de vudu, vampiros e fantasmas...), segundo reportagem da emissora de TV "WDSU".

Mae Fong foi flagrada pelas câmeras de segurança pondo fogo em um estabelecimento que fica próximo do seu (te pegaram com a mão na massa, hein, tiazinha! Tsc, tsc, tsc!). O caso ocorreu por volta das 3h do dia 2 de outubro (de madrugadinha, né? Quer dizer, a velhinha é louca mas não burra: sabia que estava aprontando, premeditou e executou o maquiavélico plano num bom horário...).



O vídeo foi "extremamente importante" na resolução do crime, disse o chefe de polícia Steve Caraway. "É difícil refutar esse tipo de evidência" (sim, tio, tem que ser o Spielber pra falsear uma coisa dessas), acrescentou ele, destacando que a mulher provocou danos de, pelo menos, US$ 50 mil no restaurante concorrente (eu me pergunto: com tanto vudu na em LA, por que a velha foi justamente tacar fogo??? Francamente, que falta de juízo. Agora todo mundo sabe e ela é quem vai pagar o preju!).

Segundo Lily Fong, sua irmã abriu o restaurante há 32 anos, enquanto o estabelecimento concorrente funciona há 13 anos (e o que teria isso a ver com a história?). Apesar das evidências, Lily disse (que, né, Sr. Revisor?) as acusações são falsas, já que "sua irmã nunca feriu ninguém" (rá! Essa foi a melhor! Nunca feriu implica em nunca vai ferir??? E ainda que implicasse, aí, no caso, ela quis ferir um bolso e não um alguém. Tia chinesa, vai dormir, vai...).


*No Planeta Bizarro

sexta-feira, 23 de outubro de 2009

ligação de bom-dia

"Alô!"

"Alô! Quem é?"

"É a Catty."

"Oi, Quéti. Aqui é o Dado. Tou te ligando pra te dizer bom dia."

"HAHAHAHAHAHAHA! Isso então é uma ligação de bom-dia?"

"Sim, é uma ligação de bom-dia."

"Então, bom dia! HAHAHAHA! Tou quase saindo pra ir trabalhar."

"Eu também, mas antes eu vou pra padoca. Vou comer uma coxinha com coca-cola."

"Acabei de fumar um baseado, tomei um café e comi pão integral."

"HAHAHA! Que diferença, né? Café e pão integral pra coxinha e coca-cola. HAHAHAHAHA!"

"HAHAHAHA! Mas eu acho que você devia encarar café e pão integral. É melhor."

"Você acha?"

"É sim, evita barriga e tal..."

"Não, vou tomar só quando estiver com você. Hoje vai ser coxinha com coca-cola. HAHAHAHAHA! Ah, então..."

"O que?"

"Queria também reforçar a idéia de irmos ao cinema no domingo assistir o filme novo do Almodóvar."

"HAHAHAHA! Sim, vamo"

"Então, queria saber se posso te ligar no sábado pra gente marcar. Que horário seria bom pra ligar no sábado, pra não ser uma ligação de bom-dia?"

"HAHAHAHAH! Sei lá, meu... Umas seis da tarde, acho... HAHAHAHAHA!"

"HAHAHAHAH! Então tá bom. Bom trabalho pra você! Vou trabalhar logo mais também."

"Que merda, hein?!"

"Pois é, HAHAHAHAHA."

"Bom trabalho, Dado."

"Valeu, Quéti, tchau aí."

"Beijão, tchau!" – HAHAHAHAHA!

sexta-feira, 16 de outubro de 2009

Vamos desculpando o mau tom da postagem, mas não estou com espírito de ursinho hoje.

fim+de+ano+1.bmpTodo fim de ano é parecido. Do meio de outubro pra frente, todo dia é dia já sentir cansaço ao acordar. Eu abro o armário e escolho cinzentas roupas pra mais um dia de trabalho. Escolho por que? São roupas de trabalho, são todas iguais. Vou trabalhar, vou almoçar, volto pra casa, jantar, livro, cachorro latindo, telefone. Fim de ano é, na realidade, dois meses e meio de ressaca. Ressaca moral por não ter conseguido tudo o que se tentou durante o ano inteiro.  Fim de ano é stress, trânsito, prozac, pilhas de provas, conselho de classe, aluno vindo chorar por meio pontinho. Fim de ano é pressão baixa, calor infernal – odeio calor – gente suando, se acabando em ligações pra ver onde passar a virada com o mínimo de dignidade – se é que dá para considerar digno cair de bêbado em alguma praia. Fim de ano é promessa de vida no coração de muita gente. A mim, ateu, o fim de ano só promete que outro ano vai começar.

A vida é besta depois da morte de todas as utopias. A vida é besta sempre. A gente é que não percebe.

quarta-feira, 30 de setembro de 2009

frio

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Frio pra caralho, bem úmido, vento de cortar a pele. Era um saco se cortava a pele, mas era mais um saco ainda a quantidade insana de roupa sobreposta pra poder sair de casa. E guarda-chuva na bolsa: muito chato! Se usa, é ruim de carregar; se não usa, pesa na bolsa; se deixa em casa, chove (porque é sempre o que acontece quando se está de guarda-chuva) e aí... é caminhar molhado, triste e bem feio, feito filho de coruja. Essas nuvens frias, quando vêm pra São Paulo, não dissipam nunca mais. A ela, não lhe dava vontade de nada. Ia pensando agora que já estava sem sair havia duas semanas, porque o frio desanimava – devia ter puxado esse mau-humor-pra-frio do pai. Porra, estivera na frente da adega! Muita preguiça de comprar o cabernet chileno e agora não ia ter o que beber quando chegasse em casa. Aquele frio pedia uma tacinha! Pior era que o vinho estava numa promoção absurda. E era bom, era bom sim... Um motoboi vinha passando na esquina rente-rente... Fi-daputa! Eles sempre dão um jeito de barbarizar... Olha aí a merda! Só podia dar merda! Pagar motoboi por hora deveria ser proibido, isso era merda anunciada! O que acontecera agora não: já era merda manifesta! Lama na bota toda – ainda bem que era só a bota... Puta, meu! Mó promoção boa, tinha deixado passar... Cabecinha! Tava precisando cortar o banza... Mas então, dormiria como? Aí era ruim! Não, era melhor deixar o banza, mesmo correndo o risco de, por isso, esquecer o vinho... Mas que pensamentos eram aqueles? Que coisa mais junkie, quem ouvisse nem pensaria que era trabalhava, dava uma grana pra ajudar na criação do sobrinho, ia pegar o moleque na escola... Molequinho do caralho ele tava ficando! Esperto mais que todo na vida! Sim, criança era bacana sim... Poderia fazer um em algum dia de inspiração. Um pentelhinho pra cuidar, pra ficar junto todo dia, pra ensinar uns bagulhos... Sabia lá!, parecia muito bacana mesmo! Alguém pra amar antes mesmo de conhecer... Nossa, e a fechadura da porta do prédio emperrando de novo? Puta, prédio velho tinha lá umas desvantagens... Tudo bem, banheira era foda... Mas tinha umas compensações – nada vinha de graça na vida... Banheira lhe lembrava banho quente desejado naquela noite fria, que lhe lembrava de beber pra se aquecer, que lhe lembrava do cabernet em promoção, que lhe lembrava que não havia comprado nada... Puta vida, que vidinha mais ou menos... Dormiria sozinha aquela noite. Era bom sim, até que era bom. Dar uma desbaratinada, desligar o celular, aquelas coisas coisas... Dormiria vendo algum filme bobo. Refletindo densamente sobre sua circunstância existencial momentânea, chegou à inapelável conclusão de que não haver comprado o vinho naquela tarde havia sido um péssimo negócio... Frio da porra!



terça-feira, 29 de setembro de 2009

notícias comentadas na p.o.s.u.t.o.p.i.a.


 
Órgão sexual do homem inchou 5 vezes seu tamanho normal.
Bombeiros levaram cerca de duas horas para remover o anel.
(imagino que tenham sido 2 horas de risadas presas ou abafadas)
 

Os bombeiros atenderam uma chamada de emergência (e põe emergência nisso) em Newport Beach, no estado da Califórnia (EUA), depois que um homem ficou com o pênis preso em um anel de metal enquanto tentava aumentar seu membro (nunca mais vou chamar ninguém de marombeiro depois disso!!!), segundo reportagem da emissora de TV "KTLA".

Os bombeiros usaram uma serra para cortar (PÂNICO!!!!!) a argola de metal (UH... QUE SUSTO!) que prendia o pênis do homem aos halteres de peso utilizados para aumentar o tamanho do membro. Os bombeiros levaram cerca de duas horas para remover o anel (agora já somamos 4 horinhas, né, meninos?????).

De acordo com a polícia de Costa Mesa, o órgão sexual do homem inchou cinco vezes o seu tamanho normal (é o que eu chamo de musculação de resultados rápidos).

Inicialmente, ele havia recusado tratamento (por que afinal, o cara é MACHO!!!), mas funcionários do hospital Hoag Memorial disseram que o homem poderia morrer (not that macho! Ficou com medinho? Arregô!!!) se permanecesse mais tempo com o fixador de aço em seu pênis (será que não rolava só uma gagreninha?).

Segundo as equipes de emergência, o pênis do homem deve ter ficado preso por quase três dias (e como ele fazia com suas necessidades vitais? Gente, vamos combinar que alguém deve ter dado uma força, afim de possibilitar essa insanidade... Quem deu comidinha ou trouxe o peniquinho, mas não chamou logo um bombeiro e um PSIQUIATRA???).
 
1. Tá no G1 - Mundo Bizarro